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VANESSA CASARO

-Graduada em Pedagogia
-Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional
-Especialista em Transtornos de Aprendizagem











Piores hábitos de estudo

Às vezes a gente estuda muito para uma determinada matéria, e mesmo assim não conseguimos ir bem. São madrugadas afora se esforçando ao máximo e o resultado ainda assim é decepcionante na hora das provas. Mas, será que estudar a qualquer custo funciona? Existem alguns hábitos de estudo que mais atrapalham que ajudam, confira:

1. Sublinhar/destacar tudo

(Foto:  © iStock.com / actionphotonz)
(Foto: © iStock.com / actionphotonz)
Este hábito não ajuda em nada, já que não cumpre o papel básico do ato de “destacar”, que é lembrar apenas detalhes importantes. Quando o estudante sublinha tudo, ele não consegue focar em nada, e acaba se desesperando ao ver a quantidade de coisas que (teoricamente) tem que aprender.
A solução para isso é usar o marca-texto ou sublinhar apenas aquilo de mais importante que há no texto. Sublinhe expressões importantes, frases que resumem o assunto e dados indispensáveis. A explicação completa do assunto não precisa de destaque, precisa de leitura e compreensão.

2. Copiar do quadro

O problema não é exatamente copiar o que o professor escreve, e sim copiar sem um objetivo final. Se você reescreve toda a matéria em seu caderno e nunca mais a lê, você só está desperdiçando papel e tinta de caneta. Ao invés disso, procure prestar atenção à explicação do professor e estudar através de livros e apostilas mais tarde. Copiar somente funciona para aqueles alunos que de fato estudam a matéria dada em sala de aula. De qualquer forma, vale mais a pena filtrar o que o professor escreve, e anotar apenas partes importantes, em tópicos, pois isso também abre a possibilidade de prestar atenção, em vez de apenas copiar a aula inteira.

3. Copiar do livro, reescrever anotações

O problema de escrever tanto é que uma hora o foco é perdido. Escrever repetidas vezes o mesmo assunto faz com que o cérebro desligue a memória recente e, desta forma, as informações não são absorvidas. Em vez de copiar tudo na íntegra, o melhor é ler o assunto e escrever um resumo, sem consultar as fontes. Vale resumo em texto corrido ou em tópicos, como o estudante se sentir melhor. Desta maneira você pode comparar o seu resumo com o texto original e ver o que faltou, quais informações ainda precisam ser absorvidas, e o seu estudo será muito mais eficaz.

4. Reler o mesmo assunto diversas vezes

Da mesma maneira que escrevendo a mesma coisa muitas vezes o cérebro desliga, quando você lê repetidamente o mesmo texto, ele também passa a ignorar a informação e não a absorve. O ideal é ler textos diferentes, fazer pesquisas na internet e ver imagens sempre que possível, pois isso mantém o cérebro ativo e a memória ligada.

5. Perder noite de sono para estudar

É cientificamente comprovado que o sono é o responsável pela fixação das informações em nossa memória. Então, de nada adianta deixar de dormir para estudar, pois o cérebro cansado não tem a capacidade de reter novos dados, bem como a falta de sono ou um sono de baixa qualidade o impedem de firmar novas referências.  Ou seja, estudar com sono ou pular uma noite para estudar é um péssimo negócio.

6. Estudar por muito tempo sem pausas

Também é cientificamente comprovado que a concentração humana tem limite de tempo. Cerca de 30 minutos após o começo do estudo, o nosso cérebro se desconcentra. Por isso é importante que o seu tempo de estudo seja planejado, e que conte com pausas previstas. É melhor evitar a perda da concentração, que se resume em perda de tempo. Aqui no Insight você encontra um passo-a-passo para montar sua rotina de estudos, confira.

7. Não testar o próprio conhecimento

Não adianta somente ler. Principalmente quando se estuda disciplinas exatas e biológicas, é fundamental resolver questões. Quanto às humanas, é importante responder questionários, principalmente os que contêm perguntas retóricas, pois estimulam o cérebro a buscar as informações, fixando-as. Leia, responda perguntas, pesquise, troque ideias sobre o assunto com os seus colegas. Tudo isso ajuda a melhorar o seu rendimento como estudante.

Fonte: infoescola
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Como dividir e calcular tempo de estudo

Para ter uma rotina de estudos eficiente e evitar maus resultados em exames por falta de preparo, é importante criar um cronograma de estudo. Seja você vestibulando ou não, é imprescindível organizar seus afazeres.
Existem algumas medidas que podem facilitar o momento de estudo em casa. Veja abaixo pequenas atitudes que podem melhorar o seu rendimento como estudante e otimizar o seu tempo de estudo.

Organização

organizacao do tempoOrganizar-se é a coisa mais importante. Você precisa estar ciente do tempo que tem disponível para estudar. Faça listas, calendários, cronogramas e principalmente: tenha uma agenda. Mantenha sua agenda organizada, e atualize-se através dela. Anote tudo: provas, trabalhos, festas com amigos, viagens, etc. Qualquer coisa que ocupe o seu tempo deve estar nela.

Autoconhecimento

Algo bastante comum é o aluno não conhecer as próprias habilidades. É preciso saber em quais matérias você tem um melhor desempenho, em quais assuntos tem mais facilidade ou mais dificuldade. Desta forma, fica mais fácil organizar o seu cronograma.

Elaborando o cronograma

Faça uma tabela de 6 dias por semana. Dentro destes 6 dias, que podem ir de domingo a sexta ou de segunda a sábado, separe o período do dia mais propício para o seu estudo: manhã tarde ou noite. O período de estudo deve variar entre 2 e 4 horas diárias, a depender de sua disponibilidade. Reserve intervalos de 15 minutos de descanso a cada hora estudada. Este tempo também deve ser calculado, portanto observe sua rotina.
Elabore seu plano de estudos levando em consideração:
  1. Tempo disponível;
  2. Matérias com maior e menor dificuldade.
Após listar isso, organize o calendário de estudos intercalando matérias de áreas diferentes. Estude até 3 matérias por dia, sendo 1 exata, 1 humana e 1 biológica. Intercale os assuntos mais diferentes possíveis, para não cansar sua mente e promover melhor assimilação dos conteúdos.

Tempo

Dedique mais tempo aos assuntos nos quais você tem maior dificuldade. Divida o seu cronograma por disciplinas, e semanalmente relacione os assuntos a serem estudados em cada uma delas. O tempo a ser dedicado a cada tema varia de acordo com sua afinidade com o assunto, não devendo ser menor que uma hora.

Preparação

Planeje como vai estudar cada assunto. Pesquisas na internet, livros, apostilas, listas de exercícios, etc. Separe todo o material antes de começar. O tempo que você gasta preparando o material de estudo não conta como estudo, portanto tenha foco e seja ágil. Organize seu ambiente de estudo, retire possíveis distrações, procure um local tranquilo e bem iluminado, deixe água por perto e vá ao banheiro antes de começar. Principalmente quando estudamos algo que não nos agrada, tendemos a inventar desculpas a nós mesmos para protelar a atividade desagradável.

Dicas

  • Deixe seu cronograma visível, seja em um mural ou em uma parede, e siga-o religiosamente.
  • Faça listas, utilize lembretes. Não confie apenas em sua memória, nem todas as informações são lembradas nos momentos exatos.
  • Estudar é um momento solitário. Grupos de estudo geralmente resultam em conversas paralelas e o rendimento tende a ser curto. Evite.
  • Você pode conciliar seu horário de escola ou cursinho com os seus estudos particulares. Utilize seus horários do cronograma para fazer tarefas ou trabalhos de casa. Sempre atualize seus compromissos na agenda, e faça semanalmente o cronograma de assuntos e atividades. Com relação ao cursinho, seu horário de estudo pode seguir a mesma linha das aulas do dia. Desta forma, você mantém o ritmo de estudo e reforça o aprendizado dos assuntos, além de arcar com seus compromissos escolares.
Bons estudos!

fonte infescola
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Encontro no Programa Saúde e Você com a Psicopedagoga Vanessa: Dificuldades de Aprendizagem






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Você sabe o que é insight?


De onde vem os insights? O que é preciso para uma pessoa ter insights? Por que algumas pessoas são tão boas em ter insights e outras parecem menos afortunadas? Será uma questão de sorte? Será uma questão de inteligência? Será que eu também sou capaz de ter um insight?
Vamos começar essa conversa, desmistificando o significado da palavra insight.
Segundo o Dicionário Oxford de Etimologia, insight é uma palavra composta da preposição IN (dentro) + a palavra SIGHT que é provavelmente de origem Germânica ou Escandinava e significa: – “uma visão mental ou percepção; penetração através do entendimento. Segundo o que consta nos dicionários, sua origem é datada aproximadamente por volta do ano de 1580.
Como uma palavra tão simples pode ter tamanho significado? Inovação parece um tema tão atual, mas as pessoas já tinham insights há quase 500 anos? Na verdade as pessoas tem insights há muito mais tempo do que isso. Um insight é um fenômeno natural humano oriundo da capacidade do homem de raciocinar, questionar e de refletir sobre temas, mesmo que a linguagem não tenha meios de expressá-lo. Em Português, por exemplo, não temos uma palavra para expressar o significado de insight, por isso tomamos essa expressão emprestada do inglês e incluímos e nosso próprio dicionário. Segundo o Dicionário Moderno da Língua Portuguesa Michaelis, insight significa: 1. Poder de discernimento e compreensão das coisas. 2 Conhecimento intuitivo repentino para a solução de um problema.
Ah! Então insight tem a ver com intuição!
A capacidade de um indivíduo de ter um “insight” está ligada diretamente à sua capacidade de exercitar sua intuição na busca de sentido e compreensão do mundo à sua volta. Segundo o IIT, Institute of Design, uma das mais respeitadas escolas de Design do mundo: – “Insight é uma interpretação (conclusão que você tirou) que explique um fato na totalidade ou em parte e/ou porque esse fato acontece. Um bom insight precisa ser um acontecimento novo, diferente ou um fato que ocorra freqüentemente”. Gosto da definição do Institute of Design porque traz um elemento novo para essa explicação: “Por que ?”.
Uma confusão muito comum é pensar que um insight significa encontrar uma solução, um insight significa ter a intuição sobre qual é o problema central que, se resolvido, serátransformado em uma solução que irá gerar uma inovação. Enfim, um insight é o encontro do ser humano com a essência do problema.
Segundo o filósofo Grego Sócrates (469 A.C. – 399 A.C.), nenhum problema pode ser resolvido sem uma profunda reflexão sobre ele. Sócrates criou um método, conhecido como “Método Socrático”, que consiste em fazer um debate entre indivíduos, através de perguntas e respostas, sobre todos os possíveis pontos de vista relacionados a um tema. Sempre que uma resposta satisfatória for encontrada, segundo Sócrates, deveríamos fazer uma pergunta contrária àquela afirmação para continuar o debate.
Mas vocês devem estar pensando agora mesmo: – “Ah, mas os tempos são outros. É impossível ter insights! No dia-a-dia das nossas organizações não temos tempo para pensar. Nós temos clientes para atender, problemas para resolver, temos que vender e meu chefe ainda me cobra sobre idéias para inovar e nos diferenciar da concorrência. Na minha vida pessoal quero dar uma melhor educação para meus filhos, tenho que manter meu relacionamento com minha/meu esposa/marido, tenho que me provar como profissional, quero crescer profissionalmente, tenho que lidar com meu chefe etc, etc, etc”.
Nossa! Quanta oportunidade para se ter um insight, ou uma chuva deles! A verdade é que pensar não demanda tempo adicional. Já estamos pensando o tempo todo em nossos problemas. É uma coisa que fazemos inconscientemente. A questão é que a nossa mente não está preparada para pensar de forma sistemática sobre esses problemas. Normalmente focamos nos efeitos dos problemas e não em sua essência, em “porque” uma determinada coisa acontece.
Enfim, como vimos, todas as pessoas são capazes de ter insights. Vimos também que ter um insight não é encontrar uma solução, mas ter a intuição sobre qual é o problema e porque ele acontece. Então, todas as pessoas são capazes de ter insights que podem levar à inovação, é uma questão de prática. Bons insights não são descobertos, eles são desenvolvidos.
Aqui tem 3 dicas para você exercitar sua capacidade de gerar e desenvolver insights vencedores:
Questione
Seja curioso. Não só sobre o seu trabalho ou negócio, mas seja curioso sobre o mundo. Pergunte porque as coisas acontecem, como funcionam e porque elas existem. Pessoas com maior capacidade de geração de insights são pessoas ecléticas e profundos observadores do mundo em diversas disciplinas.
Crie
Tire suas próprias conclusões sobre um tema. Crie seu próprio ponto-de-vista e
as hipóteses sobre porque você acha que um determinado fato acontece. Escreva suas hipóteses de forma concisa. Um formato que gosto é o formato de perguntas, pois elas ajudam a compartilhar o pensamento de forma construtiva e convidam outras pessoas a participar.
Compartilhe
Esteja preparado para compartilhar seus pontos-de-vista com outras pessoas, e, acima de tudo, esteja preparado para ouvir os pontos-de-vista dos outros. Não tente defendê-los, isso não é uma batalha de egos. Explore porque aquela pessoa pensa daquela forma e teste suas premissas em um ambiente real. Tente destruí-las sem medo de estar errado, pois os erros são cruciais para o
melhor desenvolvimento de um insight.
Esse é um processo cíclico que se retro-alimenta. Execute ele quantas vezes forem necessárias, refinando e desenvolvendo seus insights até transformá-los em insights vencedores. Qual a hora certa de parar? Não existe hora certa. Quando mais você pensar e compartilhar, mais rico será o seu insight. Mas como saber se um insight está pronto e se ele é realmente um insight vencedor? Não existe formula mágica. Use a sua intuição. Te garanto que você saberá quando você tiver um insight vencedor nas mãos. Essa é a beleza da inovação. É trilhar caminhos que ninguém trilhou, é navegar na complexidade e na incerteza. É mergulhar no desconhecido. Bem-vindo ao mundo da inovação!

Fonte: 3minovacao.com.br 
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